Dúvidas frequentes

Sim, mas principalmente no de triglicérides. Por exemplo, uma pessoa com triglicérides elevados e que adota uma dieta rígida na véspera do exame terá um resultado falsamente baixo. Já alguém com triglicérides normais, mas que come uma feijoada no dia anterior, apresentará resultado falsamente alto.

Sim, especialmente o de triglicérides. Uma dose de uísque, uma cerveja ou um copo de vinho na véspera é suficiente para elevar os seus níveis, falseando os resultados. Por isso, o ideal é, antes do exame, ficar três dias sem ingerir qualquer bebida alcoólica.

Você deve manter a sua dieta habitual nos 5 dias que antecedem os exames. É fundamental jejum de 12 horas para a coleta do sangue.

Normalmente, não, pois o procedimento dura segundos. Mas isso irá depender da sensibilidade de cada paciente.

Alguns, sim. Lembre-se que os exames laboratoriais são padronizados para a realização em condições ideais, bem definidas. É o que os médicos chamam de condições basais. Em conseqüência, testes feitos após esforços físicos terão eventualmente valores diferentes dos que você tem na situação basal .

Não necessariamente. O hemograma simples, por exemplo, dispensa o jejum. Já glicemia e triglicérides exigem que você permaneça pro várias horas sem se alimentar. O tempo de jejum varia de acordo com o exame a ser realizado.

Sim, por exemplo, no de urina. Por isso o ideal é fazê-lo fora do período menstrual.

Não é recomendado o uso de laxantes para realização do exame parasitológico de fezes.

Sim, qualquer um deles. Porém, diversos hormônios e algumas proteínas séricas variam durante o ciclo menstrual. Portanto, é fundamental que o médico saiba em que período do ciclo o seu exame foi realizado. Há situações também em que o próprio médico determina o dia exato do ciclo em que deverá ser realizado o exame.

Certamente. O AAS está presente em muitos analgésicos e antitérmicos, tais como Buferin, Doril, Melhoral, Aspirina Forte, Cibalena, Doloxene-A e Aspirina C. Mas também em antiácidos (Alka-Seltzer e Engov), onde está associada a outras substâncias farmacológicas. Por isso, guarde bem: todos os remédios com ácido acetilsalicílico interferem nos exames de coagulação do sangue.

PSA ou antígeno prostático específico ou em inglês “Prostatic Specific Antigen”, é uma proteína presente na próstata. A sua concentração costuma ser proporcional ao tamanho da próstata, logo uma elevação no nível de PSA, costuma significar um aumento da próstata.

O resultado significa que não houve crescimento de bactérias na cultura e por isso não há a necessidade de utilizar medicamentos.

Não é obrigatório, mas é o ideal. Caso não seja mais possível, a urina poderá ser colhida em qualquer horário do dia, mas com um cuidado antes do exame: de preferência, permanecer quatro horas sem urinar.

Não. Também não precisa ser a primeira evacuação do dia. Detalhe: para a comodidade do cliente é melhor o material ser colhido em casa, num frasco apropriado, fornecido pelo laboratório.

Sim, a relação sexual deve ser evitada dois dias antes da realização do exame, o toque retal assim como o cateterismo vesical devem ser evitados por cinco dias antes, a ultra-sonografia trans-retal deve ser evitada nos sete dias que precedem o exame e não andar de bicicleta ou fazer exercícios pesados pelos menos dois dias anteriormente ao exame. A critério do médico, o PSA poderá ser dosado independente dos fatores citados acima.

Claro. Alguns exames, aliás, são solicitados exatamente porque a pessoa está com febre. A intenção é verificar se alguma infecção é a responsável. Porém, em algumas circunstâncias, a doença responsável pela febre pode interferir nos exames destinados a avaliar aspectos metabólicos e imunológicos. Por cautela, conseqüentemente, consulte o seu médico ou o laboratório antes de fazer o exame.

O primeiro jato de urina traz células e secreção que podem estar presentes na uretra, principalmente se existir um processo inflamatório e/ou infeccioso chamado uretrite. Quando se está preocupado com uma possível infecção urinária, é importante que o material examinado não seja "contaminado" com o que estiver na uretra. Daí a necessidade de desprezar o primeiro jato e coletar o jato médio, ou seja, uma urina que representa bem o material que está na bexiga.

Isto se chama hematoma: extravasamento de sangue para fora da veia. Ele pode ocorrer em determinadas situações, tais como: veias finas, delicadas, com muita pressão; falta de boa compressão no local da punção; e paciente usando algum medicamento que altera a coagulação do sangue, entre os quais a aspirina.

A recomendação é feita em virtude alguns hormônios sofrerem flutuação nos seus níveis, conforme o dia do ciclo, como o LH, FSH, estradiol e progesterona.

Pode. Mas convém tomá-la com moderação. O excesso interfere nos exames de urina. Se seu exame envolve algum tipo de anestésico, você não poderá beber água.

O nível de Beta-HCG no sangue, indicativo de gravidez, é atingido de 7 a 10 dias após a fecundação. A quantidade de Beta-HCG varia muito com o tempo de gestação e entre mulheres distintas, por isso resultados negativos não devem ser considerados isoladamente para exclusão de gravidez, bem como, resultados positivos em fase inicial da gestação devem ser monitorados quanto a sua evolução e correlacionados com dados clínicos e exames complementares uma vez que podem ocorrer abortos espontâneos e imperceptíveis nesta fase da gestação. Na ocorrência de resultado indeterminado sugere-se a repetição após três dias.

Não necessariamente. Na maioria das vezes quando muito aumentado significa que houve uma alteração maligna das células dessa glândula. Porém quando os níveis estão levemente aumentados pode ser devido a qualquer outra alteração da próstata, tais como: hiperplasia prostática, infarto prostático, prostatites (inflamações e infecções da próstata), etc. Desta forma um aumento do PSA deve ser analisado com muito critério, levando se em consideração o histórico e o exame clínico do paciente.

Sim. Porém o resultado não será interpretado para detecção de gravidez. Alguns tumores de testículos produzem este hormônio, que pode ser usado como marcador tumoral para acompanhamento do tratamento e prognóstico da doença.

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